quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Se BBB não durma

E agora Bial?

Se em todo final de ano da rede Globo é praticamente certo ter um especial do Roberto Carlos, mesmo que seja reprise como este do ano passado, também é tão certo quanto sete vezes nove é sessenta e três de que no começo do ano terá BBB (Biscates, Bixas e Babacas), ou Big Brother Brasil, como alguns costumam chamar também. É uma tradição maldita que se iniciou em 2002, logo de cara com duas edições uma atrás da outra, de janeiro até abril a primeira edição e de maio até julho a segunda. A partir de 2003 o BBB passou a ter uma versão por ano, sempre de janeiro até abril. 

Os anos foram passando e atualmente está no ar a 12ª edição da droga atração. O principio básico desse formato de programa que é chamado de "reality show" é mostrar um grupo de pessoas interagindo em uma casa vigiada 24 horas por milhares de câmeras. O que era algo espontâneo e inocente no começo, agora é completamente teatral, com os participantes assumindo de vez a faceta de personagens. Misture isso a edição totalmente parcial da rede Globo, especialista em manipulação e etc e tal, que você terá um verdadeiro circo dos horrores em busca desesperada por audiência. 

Como gosto é que nem braço, quase todo mundo tem, tem muita gente que gosta desse tipo de programa. Sob a desculpa de estudar o comportamento humano, quando na verdade se quer satisfazer umas das necessidades mais primitivas e retrogradas do ser humano: a de querer saber da vida alheia. Porque você acha que as novelas fazem tanto sucesso? Principalmente aqui no Brasil onde essa verdadeira sanha ainda é bem grande? Não estou falando que todos sejam assim, mas quem nunca teve ao menos uma vez vontade de dar uma espiadinha para saber o que uma outra pessoa está fazendo? O problema é quando o alvo dessa espiadinha está no ar todos os dias no horário nobre, que de nobre não tem mais quase nada, da TV brasileira. Como se já não bastasse, ainda tem aqueles viciados no programa que assinam o pay per view para ficar 24 horas por dia observado os "brothers" nadando na piscina, descansando no sofá, se bobear até na hora que eles vão ao banheiro. 

Para piorar, essa edição que está no ar agora virou caso de polícia. Um homem e uma mulher beberam além da conta e foram parar embaixo do edredom, onde supostamente mantiveram relações sexuais, um ótimo exemplo para os telespectadores. Logo começou a borbulhar nas redes sociais que o cara estuprou a garota, já que ela teria dormido de tão chapada que estava. Bem, eu não vi o vídeo e nem tenho vontade de ver, mas disseram que no momento lá ela até gemeu, até onde eu sei as pessoas roncam quando dormem, mas gemer eu nunca vi. O problema é que o homem era negro e a mulher loira e como vivemos em uma país que não se diz racista, mas que sempre desconfia das coisas quando tem alguém de cor envolvido na parada, o participante foi logo taxado de estuprador, monstro e acabou sendo eliminado. Um prato mais do que cheio para a audiência, não é? Mais uma vez a Globo conseguiu colocar o programa em evidência, como ela queria. O problema é que ficou tão em evidência que a polícia entrou na questão e o caso foi parar no Ministério Público. 

Ainda bem que todos nós temos o poder do livre arbítrio e eu faço bom uso dele quando abdico de ver não só o BBB, mas como diversas outras porcarias que passam na TV. Hoje em dia está bem mais válido navegar pela internet, jogar videogame ou ler um bom livro. 

 Bom, por enquanto é só!

 Fui...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Twenty and life



Nessa fria manhã de quinta, ou nessa quente manhã de quinta... não sei, porque esse post é programado e foi escrito há dois dias atrás, talvez eu nem esteja mais entre vocês mortais (trilha sonora triste).... Mas vamos parar com essa palhaçada, claro que eu estarei vivo. Mas provavelmente eu estarei bastante ocupado no meu trabalho para poder escrever, então fiz esse esquema aqui.

Hoje é dia 12 de janeiro e eu estou completando 25 anos. Cheguei ao 1/4 de século e isso é assustador, muito assustador. Parece que desde que eu fiz 20 anos o tempo passou a correr bem mais rápido. Não sei se com vocês é assim, mas a minha infância e adolescência passou beeeem de devagar, tipo o Rubinho Barrichello. Não sei o que me faz ter essa impressão, mas foi uma época bem legal e que eu aproveitei bastante e nunca vou esquecer. 

As brincadeiras no quintal de casa ou o futebol na rua e no campinho, as horas e horas jogando Mega Drive e Super Nintendo e um pouco depois veio o PS1 e Nintendo 64. Tempo bom aquele em que o meu único compromisso era ter notas aceitáveis no final do ano letivo. Agora os boletins foram substituídos pelas boletas de pagamento de mil coisas e diversas responsabilidades.

A fase adulta tem várias coisas legais também, não vou negar. Uma liberdade maior para fazer o que quiser e uma sabedoria que eu não tinha quando era moleque e que vai ficar ultrapassada quando eu tiver, sei lá, 50 anos. Espero conseguir chegar inteiro até lá, com saúde e tendo feito várias coisas legais na vida para poder me orgulhar e tirar onda com os filhos e netos que eu possa vir a ter. 

Para animar ainda mais as comemorações pelo dia de hoje, deixo para vocês o som que era o número 1 das paradas de sucesso em 12 de janeiro de 1987, de acordo com o site Joshhosler:






domingo, 8 de janeiro de 2012

Tá Certo Então III - A Missão



Lá se foi o disco voador, com essa ótima idéia do meu amigo Guilherme "Russo" Alves, foi batizado meu novo blog. Porém já existia um outro blog com um nome bem parecido e e eu resolvi mudar, depois de horas colocando os nomes e recorrendo a amigos no msn para novas idéias de nomes não usados ainda, finalmente eu cheguei a este: Tá certo então! Digamos que é uma homenagem ao homem do baú (e o bambu?). 

 Muitos de vocês não devem se lembrar, mas este parágrafo acima foi o primeiro post do Tá Certo Então, escrito no já assustadoramente distante ano de 2009, ou seja, três anos de puro malte. Por mais batida que a cara da namorada do Dado Dolabella esteja essa frase, realmente parece que foi ontem que tudo começou. Eu estava orfão de blog desde que eu parei de postar no Covil do Hastley, cerca de um ano antes. Para não dizer que tinha abandonado a "blogosfera", eu participava de um blog com mais seis pessoas que se chamava Diversitate, onde eu postava uma vez na semana. Porém, contudo e todavia e entretanto eu precisava ter de novo um canto meu. 

 Pensei em reativar o Covil, mas ele tinha sido de certa forma o blog da minha adolescência, com diversos posts referentes aquele período. Mas eu queria fazer algo diferente, mais (aparentemente) maduro e pondo em prática o que eu aprendia na universidade. Nessa vibe o Tá Certo Então começou com todo o gás, com dez posts no mês de janeiro de 2009, em fevereiro e em março foram oito posts e aos poucos foi caindo para a média de dois ou três por mês. Mas ao longo desse período, não importou a quantidade de posts e sim a intensidade de cada um deles, prefiro escrever um muito bom do que vários meia boca.

 Ao todo já foram quase 10 mil visualizações de página sendo que o post mais visto, com 1280 visualizações foi sobre o Nyataimori (Naked Sushi), aquela modalidade de comer sushi em cima de mulheres nuas. Ou seja um post completamente apelativo cultural feito pelo grande amigo Tiago Rocha. Bem a cara do blog isso, o post mais lido de todos não ser a do criador e o cara que posta mais, hahahaha! Preciso arrumar um jeito de eliminar esse cara

 Bom, that's all folks! Agora mais uma frase clichê: Que venham mais vários anos de Tá Certo Então pela frente.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

É dia de supermercado, bebê!

Welcome to the jungle, baby!


Minha mãe já tinha me avisado ontem que hoje iriamos fazer compras, para o Ano Novo e também de mês. Ela disse para eu acordar as 9h para irmos. Só me lembro que era por volta de 11h30 quando meu cachorro Lucky mordiscava os meus dedos do pé, que por causa dos meus 1,85m ficam de fora da cama. 

Depois de um bom banho pra acordar e comer algo na rua, lá fomos eu e minha mãe fazer as benditas compras. Fazer compra de mês já é algo chato e estressante, prefiro mil vezes ir comprando aos poucos o que for preciso, essa técnica pode até sair mais cara no final, mas geralmente evita horas e horas em um supermercado. Agora pior ainda é fazer compras no mesmo dia em que boa parte da população mundial resolve fazer também. Que dó. Ao adentrar o supermercado aqui perto de casa, logo me veio a cabeça aquela celebre música do Guns N' Roses, principalmente no trecho que o Axl diz: "You know where you are? You're in the jungle baby You gonna die"! Corredores e filas intermináveis me esperavam, a sensação piorou quando vi a lista de compras, tão extenso que parecia um daqueles papiros gregos enormes. 

A primeira batalha foi para conseguir um carrinho, não havia nenhum a vista, todos sendo usados pelas milhares de pessoas que passavam de um lado para o outro. Como em um passe de mágica, minha mãe apareceu com um carrinho e foi logo passando para eu "pilotar". Logo aos dois minutos ela conseguiu a incrível proeza de sumir entre as diversas prateleiras. "Mãe, não consigo acompanhar seus movimentos". Minutos depois ela apareceu com pacotes de uva passa para colocar no carrinho. Se passaram meia hora e entre alimentos para a ceia de Ano Novo e outros para a semana, me deparava com uma verdadeira multidão ensandecida pegando tudo como se estivessem estocando comida para o inverno. O pior era na hora de passar com o carrinho, levava cada fechada, na minha opinião tinha que ter autoescola para condutores de carrinhos de supermercado e também carteira de habilitação, muita gente ia perder pontos. 

 Em um determinado momento passou pela gente um simpático senhor, que deveria ter lá pelos seus 50 anos, com o seu carrinho, tranquilamente e bebendo uma longneck de Stella Artois, como se não estivesse nem ai para aquela baderna. A partir daquele momento eu também entrei no espírito "não ligo". Me diverti completando o final da lista de compras, que depois de quase uma hora enfim terminou. Ai veio a hora de encarar o caixa, tudo estava caminhando para demorar mais uma eternidade, mas como que se o espírito natalino ainda estivesse presente, sei lá, abriu um dos caixas que estavam fechados bem perto de onde eu tava e logo fui o primeiro a ser atendido. Acaba enfim o meu calvário, quer dizer, ainda tinha que levar as compras na mão pra casa, mas só o alívio de sair daquele local insano já valia a pena. 

 Feliz Ano Novo para a galera que acompanha o Blog, que em 2012 as alegrias serão de todos, é só querer e as realizações sejam maiores que as decepções. Valeu.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Blogger, Rocksmith e você, tudo haver

Treinando para o Rocksmith.

Faz tanto tempo que não escrevo aqui (deve ser o milésimo post que eu começo assim, mas tudo bem, rs). Nesse tempo muita coisa aconteceu, Kadafi, Gadhafi, al-Khaddafi, al-Qadhafi, al-Khadafi (ou todas as opções anteriores) foi assassinado, o ex-presidente Lula e o Gianecchini descobriram que tem câncer, maconheiros alunos da USP se revoltaram contra a polícia, mas bizarro que isso tudo só se o Botafogo tivesse sido campeão de alguma coisa, mas ai vocês estariam pedindo demais não é?

 Estou agora aqui escrevendo esse post na plataforma nova que o Google disponibilizou, a principio ela parece um pouco confusa, mas você logo percebe que é muito mais complicada do que parece, mentira, você aprende fácil a mexer nesse trem. O visual aqui ficou mais clean, me amarrei nisso, de verdade.

 Agora vamos ao que interessa, esse blog não é o Brasilstation do jornalista, escritor, bombado e dublê de Harry Potter nas horas vagas Renan Barreto, mas eu vou falar de um game, que eu não vejo a hora de colocar minhas mãos sedentas. Trata-se do Rocksmith, um jogo musical que é uma evolução direta do Guitar Hero e do Rock Band, só que agora a parada ficou séria, no lugar das guitarras de plástico, o controle dessa vez é uma guitarra de verdade. Mas você pergunta: como Bottini André? É bem simples, ele vem com um cabo onde de um lado você conecta o instrumento e do outro o seu PS3 ou XBox. 

 Como você pode ver logo ali embaixo, o Rocksmith proporciona ao jogador a sensação de fazer um guitarrista e tocar em shows (mesmo que sua única plateia seja o seu cão de estimação), tem contar que é uma ótima alternativa para pessoas, como eu, que não sabem tocar e não tem muito saco para aprender com vídeos e tal. O problema vai ser desembolsar os salgados 280 mangos nessa maravilha, sem contar que eu também não tenho uma guitarra de verdade, lá vem mais gastos em 2012. 

 Confira:

 


Não deixem de conferir o blog do coleguinha Danilo Motta, jornalista e sambista nas horas vagas, o Acadêmicos do Grandes Coisas.

 Até qualquer dia.

 Fui...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Use your Ilusion, Axl Rose...

Astro decadente.


Um dos shows mais aguardados da última edição do Rock in Rio, sem dúvidas, era o do Guns N' Roses. Expoente máximo do rock na virada dos anos oitenta para os noventa, os americanos lotavam shows e vendiam milhares de álbuns ao redor do planeta com seu Hard Rock poderoso, com um guitarrista bem acima da média, compositor de riffs e solos memoráveis, e cheio de estilo que era (e ainda é) o Slash e um vocalista ruivo que fazia as adolescentes da época suspirar com seus longos cabelos ruivos e sua poderosa voz de guitarra distorcida. Essa combinação deixou para a história clássicos como "Sweet Child O'mine", "Welcome to the Jungle", "Paradise City", entre outros sons que viraram hinos para os mais apaixonados fãs.

Porém o tempo passou e hoje, mais de 20 anos depois, as coisas estão bem diferentes. O rock não conta mais com tanto prestígio da mídia (isso de forma mundial, porque aqui no Brasil o estilo sempre foi visto de uma forma meio marginalizada), que aposta em artistas pseudo-talentosos e que se valem muito mais da sua imagem do que da sua própria música em si (alguém ai pensou em Lady Gaga?). O Guns N' Roses também muito de lá pra cá, por conta de desentendimentos e outras coisas mal explicadas, a banda foi se dissolvendo. Primeiro saiu o Slash, levando consigo no mínimo 50% da criatividade do grupo, depois o baixista Duff McKagan, o guitarrista Izzy Stradlin, o baterista Matt Sorum (que já havia entrado no lugar do Steven Adler, afastado por causa das drogas). No fim das contas daquela formação clássica só restaram Axl Rose e o tecladista Dizzy Reed.

Deste então o excêntrico vocalista promoveu um show de esquisitices, contratando diversos músicos, as vezes de talento duvidoso e também esquisitas, como o guitarrista Buckethead (que é um bom guitarrista, mesmo com sua máscara branca e o balde de frango frito na cabeça). Foi um verdadeiro entra e sai de músicos, sem contar ainda com a produção mais longa de um álbum na história, o Chinese Democracy demorou nada menos que 13 anos para ser lançado em 2008. Apesar de boas canções como a faixa título e "Street of Dreams", no geral é um álbum fraco e bem aquém dos clássicos Appetite for Destruction e os dois Use Your Ilusion.

Uma grande verdade é que o Guns N' Roses atualmente é um cover, mal feito ainda por cima, daquele Guns de antigamente. Axl Rose mostrou nessa apresentação do grupo na última edição do Rock in Rio, o quanto está decadente. Sua voz não tem mais aquela potência e o seu visual em vez arrancar suspiros, com certeza assusta as garotas. Isso tudo deve-se ao consumo exagerado de drogas e bebidas, é impressionante como o vocalista foi piorando com o tempo, ao contrário de nomes como Steven Tyler (Aerosmith) e Bruce Dickinson (Iron Maiden), que quanto mais velhos ficam, melhor cantam. Sobre o instrumental da banda, creio que não comprometa, mas os dos guitarristas juntos não chegam aos pés daquele homem magrelo de cabelo desgranhado, cartola e sua Gibson Les Paul.

No entanto ele mesmo parece não ter percebido o fundo do poço que ele vem cavando há anos. Ostentando ainda aquela pose do rockstar megalomaníaco que faz tudo o que bem quer e na hora que quer. Prova disso foi o episódio que aconteceu antes da apresentação no Rock in Rio, ele simplesmente sumiu, porém foi encontrado a tempo pela produção do festival que teve que fretar um jatinho particular para trazê-lo. Para que isso? Para aparecer, causar polêmica, algo que ele sempre gostou de fazer, mas que não cabe mais nos tempos atuais.

Para piorar, muitos fãs (na maioria brasileiros) endeusam as atitudes de Mr. Rose, fazendo com o que ele mantenha essas esquisitices e destrua cada vez mais o legado que ele mesmo ajudou a construir. O dia que esses fãs pararem de aplaudir tudo o que ele faz, talvez as coisas possam melhorar e esse, desculpem-me pelo trocadilho, apetite por destruição do Axl seja contido.

sábado, 23 de julho de 2011

O triste fim de Amy Winehouse

Vou colocar uma foto da época que ela estava (ou parecia) bem.


Estava eu hoje em mais um sábado de aula no MBA, uma jornada árdua de dez horas (das 8h até as 18h), quando resolvi entrar rapidamente na internet para eu ver as últimas do dia, quando vi no Facebook de um amigo: "enfim AMY se foi", achei que fosse a cachorra dele ou algo parecido. Depois quando entrei no Twitter, vi alguém perguntando: "a Amy morreu mesmo?" e logo depois a tag #amywinehouse no topo dos Trend Topics. Na hora abri outra aba no G1 onde, para a minha triste confirmação, estava a manchete em destaque: "Cantora Amy Winehouse é encontrada morta em casa".

Na hora foi um choque enorme. Mesmo sabendo que o estilo de vida auto-destrutivo dela a levaria a uma morte prematura a qualquer momento, foi difícil encarar a perda. Uma grande artista sem dúvidas, a inglesa tinha uma voz poderosa que em nada devia as feras do Jazz americano. Um talento que vai ficar na memória de seus fãs e nos amantes da boa música.

Alias, Amy é mais uma estrela da música que morre aos 27 anos, depois de ter uma vida curta, regada a álcool e drogas. Janis Joplin, Jim Morrison, Jimmy Handrix e Kurt Cobain, entre outros tiveram o mesmo fim trágico da cantora. Todos eles viraram ícones da música, como ela também irá virar. Mas também servem de exemplo pra que os jovens vejam que as drogas não a solução e sim o veneno que vai levá-los embora cedo dessa vida.

Não me considero um fã de verdade da Amy, tanto que eu só fui ouvir o álbum completo dela agora, talvez como forma de homenagem, conhecia pouco do trabalho dela, é verdade. Mas a minha ligação com ela era por causa de um programa de rádio que eu fiz nos tempos da faculdade de Jornalismo (falando assim parece que foi há séculos, mas foi há apenas dois anos), era o Hora Certa. Era um programa humorístico no qual eu fazia um personagem baseado naquela Amy Winehouse que tinha na época no Pânico na TV, que grunhia estridentemente, batizamos ela de MM House, confiram abaixo:



Por enquanto é só pessoal! Até a próxima!
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